quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Mesa de luz improvisada


Que acham da minha...

...será que posso chamar de invenção?

sábado, 14 de novembro de 2009

Por favor, me ataquem!

Sigam minha última postagem e me coloquem em território hostil. Um elogio de vez em quando é bom também, claro....mas quero ser sabatinado. Esse blog tem andado a passos lentos, preciso esquentar os motores. As melhorias estão vindo, mesmo que aos poucos, preciso de críticas e sugestões...o espaço está aberto, a cara está a tapas!

Ah, Laiza, brigado pelo último comentário!
*Laiza é amiga minha, de Shopenhauer e CSS, e tem um blog (muito melhor que o meu inclusive). Indico muito:
http://airamazial.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Adversidade


É importante andar em território hostil, ser desafiado.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dia das crianças, onde?

Tá rolando uma propaganda da Nagem, loja de eletrônicos (no geral, material de informática), que diz algo do tipo: “Dia das crianças é na Nagem!”, e aparecem os gurizinhos correndo dentro da loja, pegando teclado de computador, pen drive, placa de vídeo, essas coisas todas, e fazendo a maior festa.

Putz...as crianças realmente mudaram, hein!?

Sou só eu que quando abri os olhos já estava no século XXI?

Alguém me diz onde é o link pra eu me “atualizar”?

É irônico demais falar isso...em um blog?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Água. Muita água.

Água. Muita água.
Carros navegam sobre avenidas?
Casas navegam sobre avenidas?
E aqueles que nem casa tinham?
Nem sonhos tinham? Nem vida tinham?
Navegam sobre avenidas?
Ninguém se deu conta. Ninguém incluiu nas contas.
E eu derramei algo sobre o jornal seco.
Água. Muita água.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Dúvida Cruel



Por acaso...alguém pode me dizer como é não ser eu?


domingo, 16 de agosto de 2009

Cartaz: Quarta "Filosófica"

Fiz esse cartaz pra um encontro da galera lá da Faculdade de Filosofia, que acontece em um barzinho e, apesar de se chamar "Quarta Filosófica", o que menos se discute por lá é...filosofia.
O slogan foi pra parodiar a campanha de um festival de pagode daqui de Salvador que usava o nome dos bairros: “Pernambués vai descer!”, "Cajazeiras vai descer!”, etc...
hehehehehe
Tem gente que diz que nasceu pra essa ou aquela profissão...
...já eu:
Acredito que CRESCI pra ser designer!
O que acham?

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Um sopro

De uns tempos pra cá eu decidi dedicar-me prioritariamente àquilo que considero grandioso, a tudo aquilo que toca fundo na minha alma, me excede, me transforma, e que carrega o mais alto grau de sinceridade. Daí então as banalidades foram ocupando o seu merecido lugar, absurdamente pequeno e ausente de atenção.
Percebi que agindo assim vou me tornando tão grandioso quanto tudo aquilo que considero grandioso. Passei a sonhar, a querer aprender, a querer sentir o mundo com a alma, a amar...

...e recebi um sopro de vida na minha vida

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A ressurreição de Michael Jackson

Para a mídia e para o grande público, Michael Jackson já estava morto há muito tempo, pelo menos como artista, pois só mesmo os problemas pessoais do cantor, vez em quando, ressaltavam aos olhos populares. No entanto, a morte do “rei do pop” trouxe um sucesso digno da fase “Thriller” (o maior triunfo da indústria de discos mundial). E agora, andando pelas ruas, é fácil notar a febre Jackson que vem caindo até mesmo sobre quem antes nem se imaginava ouvindo as músicas do cantor. Se isso é bom ou ruim eu não sei, o problema vai ser quando perceberem que morrer traz tanto sucesso...
...o que vai ter de artista morrendo por aí não tá no cemitério...

terça-feira, 2 de junho de 2009

O Melhor dos Mundos

Juntos podemos criar um mundo
O melhor dos mundos
O nosso mundo

terça-feira, 5 de maio de 2009

Sede de Viver

O que eu quero da vida
é provocar e ser provocado,
provar e ser provado,
me exceder constantemente,
aprender incessantemente.
Quero ter fome,
fome do mundo,
sede de viver.
Sonhar sem perder a lucidez,
pensar sem deixar de sentir a embriagues
de pensar,
de ousar,
de provocar e ser provocado,
de provar e ser provado.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

"Botecotaco, 10 de fevereiro de 1996"

Pesquisando os trabalhos do cartunista André Dahmer de “Os Malvados” encontrei o blog dele e lá eu li essa história que me fez repensar um monte de coisas sobre violência e o meu comportamento diante dela, então tomei a liberdade de roubar o texto do cara e expô-lo aqui ao sabor d’O Vento. Leiam e repensem-se. O site do Dahmer é: http://www.malvados.com.br/ ...e lá tem o link pro blog dele, que é de onde eu “Ctrl+C, Ctrl+V” o texto, e onde tem mais uma porção de interessantilidades.

“Botecotaco, 10 de fevereiro de 1996

Treze anos. Há treze anos decidi que vou seguir a marcha sem machucar ninguém. São poucos ao meu lado, mas ao menos me olham com doçura e sem medo. Foi uma conquista. Depois dos anos de ira, carreguei cruzes que nem eram minhas. Foi para me tornar menos bicho. Para parecer que meu caráter era menos indecente, covarde e mesquinho. Para me desculpar. Teve um preço. Foi caro, não cabe aqui dizer quanto. E não estou cobrando nada de ninguém. Na verdade, eu pagaria tudo de novo com a maior satisfação. Mas foi caro verter violência em amor. E me orgulho disso. Muito. Um dia, há treze anos, chutei a cabeça de um rapaz que já estava no chão, indefeso. Ele cortou meu braço com uma garrafada. Vinte anos, briga de bar. Por causa de uma menina fútil. Eu penso sempre nele. Eu penso sempre se deixei as marcas da minha fúria para sempre em seu rosto: Se ele não tem o nariz torto, se enxerga direito, se tem todos os dentes na boca. Eu sonho sempre com ele. Nos sonhos, ele sempre aparece vestido com a mesma roupa do dia em que brigamos: calça marrom, camisa vermelha. É o mesmo sonho, sempre. Aperto a mão dele, mas meu nariz sangra. Já sonhei tantas vezes com isso, que sei que meu nariz vai sangrar ao apertar a mão dele. E continuo apertando, sonho após sonho. Treze anos. Treze anos que sonho com isso. Eu já fui tão bruto, mas há treze anos decidi que vou seguir a marcha sem machucar ninguém.”

André Dahmer

quinta-feira, 12 de março de 2009

Caro Riorim

Anda, meu amigo, deixa de desconfiança!
Talvez a vida não esteja te enganando.
Já paraste pra pensar se quem te engana não é tu mesmo?
Disseste que não queres ser medíocre,
no entanto, te afundas em pequenos recipientes,
e expõe teu corpo nu pra receber água gelada.
Pretendes enxergar o mundo inteiro sem sair desse quarto?
Aproveite pra olhar aí mesmo, ao teu lado.
Há milhares de sonhos dentro das gavetas.
Do que tens tanto medo?
Sabes que a solidão, muitas vezes, pode ser ótima companhia,
e o mal que ela te faz é só o mal que tu te fazes,
portanto, quando o coração apertar, serás outro novamente,
Na medida em que aprenderes.
O bem-estar, por outro lado, não te ensina, te conforma.
Olhe bem pra ti, desejas grandeza e intensidade,
mas estás a caminho da resignação.
Neste momento não precisas ouvir palavra alheia.
Chegou a hora de conversar consigo próprio.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Я em Salvador

Alguns dias antes de começar o Palco do Rock, festival paralelo ao carnaval baiano, que acontece na praia de Piatã aqui em Salvador, um amigo me mandou a programação do evento. Por conta da imagem que tenho desse festival eu não tinha muitos planos de aparecer por lá esse ano, mas resolvi, só por curiosidade, conferir a grade, e pra minha surpresa constava a Plebe Rude entre as demais bandas a subirem no palco do festival dessa vez. Corri pra avisar aos amigos aquela novidade, no mínimo, surpreendente. De pensar que em 2006 eu saí daqui de Salvador e fui até Nazaré das Farinhas, cidade que não conhecia até então, sem garantia nem de local pra dormir, tudo isso pra ver o show da Plebe, e agora eles estariam se apresentando aqui na minha cidade!... Mas em outra ocasião eu conto a história dessa aventura lá em Farinhas e falo mais a respeito da minha aversão ao Palco do Rock...agora eu tenho que manifestar, ao menos um pouco, a emoção de ver a Plebe aqui em Salvador. Foi memorável, assim como disse o próprio André X, baixista da banda, no seu blog. Eles tocaram com um entusiasmo formidável, empolgação de quem não toca aqui há 15 anos, e demonstraram um entrosamento contagiante... Agora é que eu fiquei ansioso pelo DVD deles que está prometido para esse ano! No dia do show eu vesti a minha velha camisa com um “Я”, nome do mais recente disco lançado pelos Rudes Plebeus, estampado na frente e saí de casa contando as horas, e tomando as palavras de um amigo meu que também estava no show, “eu nunca mais havia sentido tanta expectativa por um show”... A apresentação da Plebe já começou de maneira surpreendente, pois ao invés de “Brasília”, música utilizada habitualmente como abertura, eles tocaram “Censura”, de melodia mais amena, que passou sua mensagem de maneira bem clara e pareceu envolver até mesmo os que não conheciam a banda, de mim então, quase arrancou lágrimas dos olhos, só não o fez por orgulho mesmo. Emocionados também estavam alguns amigos que encontrei lá na platéia gritando “put@ que pa%*#, agora eu já posso morrer!”. Foi maravilhoso! No final, como é de praxe, todo mundo sabia cantar “Até quando esperar”, clássico da banda nos anos oitenta, mas mesmo assim foi lindo ouvir a platéia fazendo coro. Nesse momento já comecei a sentir um aperto de saudade. Minha única reclamação foi com relação à duração do show, onde só couberam duas músicas do “Я”, mas compreende-se que foi uma condição da ocasião, do fato de ser um festival, tal, mas esperemos a Plebe retornar (só não pode ser daqui a quinze anos)...até porque muitos plebeus soteropolitanos devem ter perdido a oportunidade de ver esse show espetacular, por conta da divulgação que, se houve, eu sinceramente não vi.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Numa feira lá em Feira

No mês passado eu fui em Feira de Santana com meu tio, minha tia e minhas primas, e lá no Centro de Abastecimento, uma imensa feira dentro de Feira, em meio à diversidade de produtos que são vendidos no local, nós conhecemos esse senhor que toca bandolim. O instrumento estava sobre sua barraca, junto com os objetos a serem vendidos, então eu não pude deixar de perguntar se estava a venda também, mas a resposta veio logo em seguida: “Não! Esse aí é meu. Eu que toco.”...então as minhas primas pediram...“Ô, moço, toca uma música pra agente!”, aí ele tocou várias, conversou com agente e quando falaram que eu tocava violão ele fez questão de me passar o bandolim pra eu tentar tocar também. É claro que não acertei tocar muita coisa, mas foi bem divertido arriscar umas notinhas de “Asa Branca” e perceber que ninguém reconhecia que música eu tocava. Queria ter ficado mais um pouco e conversado mais com aquele senhor que parecia trazer tanta experiência na bagagem, e que foi tão gentil acolhendo-nos praticamente como amigos que daria inveja a qualquer Marcelo Camelo.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Novidades ao Vento

Olá, amigos que o Vento me traz!...me desculpem pela ausência durante tanto tempo (e olhem que dessa vez eu bati meu recorde de tempo sem postagens), mas é que eu estava (e ainda estou) planejando algumas mudanças significantes pra esse espaço aqui e pra minha vida. A primeira das mudanças daqui já aconteceu, foi no visual, e os antigos freqüentadores obviamente já a notaram. Tentei deixar a cara do blog mais séria e parecida com uma parte da minha personalidade, também séria, que alguns não conhecem, mas que existe, e fiz isso pra combinar com os planos que tenho pra este espaço virtual. Continuarei a contar histórias, fazer indicações, mostrar curiosidades, mas agora darei enfoque à minha figura pessoal, enigmática muitas vezes até a mim mesmo, e a expressão desse “eu” será feita, principalmente, de maneira artística. Quem quiser, portanto, embarcar nessa jornada de reflexões e sentimentos que espero partilhar por aqui, volte sempre pra ouvir O Vento na Escuridão.